Tinta paramagnética

27 fevereiro 2009


Tinta paramagnética permitirá mudar a cor do carro ao toque de um botão


Esta quase mágica logo será possível graças a uma tinta paramagnética desenvolvida por Andrea Dangelewicz e seus colegas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

A tinta que muda de cor, ainda em estágio experimental, funciona da seguinte forma: o motorista apertará um botão no painel do seu carro, que enviará uma corrente elétrica através da tinta, fabricada com um polímero especial contendo nanopartículas paramagnéticas.


Mudando a cor do carro


A corrente elétrica cria um campo magnético que afeta o espaçamento dos cristais no interior das partículas, alterando a forma como elas refletem a luz, o que, na prática, significa que sua cor se altera.

A cor desejada poderá ser configurada variando-se a tensão aplicada à tinta. O resultado pode tanto ser um preto total, quando um vermelho Ferrari ou mesmo um rosa à la Penélope Charmosa.

Ainda não há previsão para a comercialização da descoberta.


Fonte

Processador probabilístico usa 30 vezes menos energia

21 fevereiro 2009



Cientistas apresentaram o primeiro protótipo de uma arquitetura revolucionária de microprocessadores que faz cálculos aproveitando erros aleatórios. Além de rodar 7 vezes mais rápido do que um processador tradicional, ele consome 30 vezes menos eletricidade.



Chip baseado em probabilidades

A capacidade de fazer cálculos precisos em alta velocidade é a qualidade fundamental da computação. Por isso pode parecer um pouco estranho a construção de um chip baseado em probabilidades, que faça cálculos usando bits que não são exatamente 0 e 1 - em vez disso, eles podem ser 0 ou 1.


Na verdade, um "bit indeciso" pode ser tão bom quanto um bit normal, dependendo da aplicação. Com a vantagem de gastar muito menos energia e ainda tirar proveito das interferências, ou ruídos, uma das maiores dores de cabeça dos projetistas dos processadores atuais.
A ideia de um bit probabilístico virou notícia mundial em 2005, quando o Dr. Krishna Palem lançou o conceito (veja Bits probabilísticos poderão estender a Lei de Moore).

PCMOS

Agora, mostrando que a nova arquitetura é realmente promissora, a equipe do Dr. Palem juntou-se a colegas da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, para construir o primeiro protótipo do chip probabilístico.

A nova arquitetura é chamada PCMOS, ou Probabilistc CMOS - CMOS (Complementary Metal-Oxide Semiconductor) é a tecnologia utilizada na construção dos chips atuais. Como usa a mesma plataforma industrial, a fabricação da nova arquitetura de microprocessadores probabilísticos não exigirá a construção de fábricas totalmente novas, pois os equipamentos atuais poderão ser utilizados.

Lógica probabilística

Embora os chips PCMOS sejam baseados na mesma plataforma à base de silício, eles abandonam o paradigma da computação atual e suas regras matemáticas rígidas - chamadas de lógica booleana. Um chip PCMOS usa a lógica probabilística, uma nova forma de lógica desenvolvida por Palem e Lakshmi Chakrapani.


"Com essas vantagens significativas de velocidade e economia de energia que o PCMOS oferece, esta lógica será extremamente importante porque os fundamentos da física estabelecem que as futuras lógicas usadas em dispositivos à base de transistores irão necessitar de métodos probabilísticos," comentou Shekhar Borkar, da Intel.

Conforme ficam menores, os transistores de silício geram cada vez mais ruído, com interferências que prejudicam sua operação em malhas extremamente adensadas. Historicamente, os engenheiros têm lidado com isto elevando a tensão de operação desses transistores para superar o ruído e garantir que os cálculos sejam feitos com precisão. O efeito colateral óbvio dessa solução é a produção de chips cada vez mais quentes, literalmente, desperdiçando grandes quantidades de energia na forma de calor.

"O PCMOS é fundamentalmente diferente," explica Palem. "Nós baixamos a tensão dramaticamente e lidamos com os erros computacionais resultantes tratando os erros e as incertezas por meio da lógica probabilística."

Específico para uma aplicação

O protótipo do chip probabilístico é um circuito integrado específico para uma aplicação - chamado ASIC (Application-Specific Integrated Circuits) - feito para cálculos de criptografia.
É esse tipo de processador dedicado que é utilizado em telefones celulares, automóveis, brinquedos eletrônicos e em uma enorme variedade de outras aplicações. Já os chips dos computadores são conhecidos como processadores de uso geral, porque podem ser usados para inúmeras aplicações.


Agora os cientistas planejam testar a lógica probabilística em chips voltados para telefones celulares, placas gráficas e implantes médicos.
Redação do Site Inovação Tecnológica

Hamster alimenta nanogerador de energia

17 fevereiro 2009


Os movimentos do nosso corpo poderão ser usados como uma fonte de energia renovável no futuro. Para provar que isso possível, pesquisadores demonstraram um nanogerador movido a hamster.

O grupo da Georgia Tech, liderado pelo professor Zhong Lin Wang, desenvolveu geradores minúsculos capazes de aproveitar a energia gerada pelo biomovimento.

Os pesquisadores conseguiram superar a limitação de protótipos anteriores, que não conseguiam gerar energia a partir de movimentos irregulares – como os de um rato correndo na roda da sua gaiola.

Os nanogeradores também podem ser usados para gerar energia a partir de movimentos humanos que exigem pouco esforço, como o de um dedo batendo sobre a mesa, os cientistas demonstraram.

A estrutura do nanogerador consiste em uma série de nanofios de óxido de zinco posicionados sobre uma superfície plástica e ligados a um circuito elétrico externo. Quando o plástico se move, os fios também se movem, gerando uma corrente elétrica direcionada ao circuito externo.

Estes geradores minúsculos produzem muito pouca energia, mas poderiam ser suficientes para alimentar outros dispositivos em nanoescala, como implantes biológicos de sensores para detectar doenças.

Os cientistas também não descartam a criação em um futuro próximo – de cinco a dez anos – de dispositivos de maior porte, como jaquetas capazes de usar o movimento do corpo para carregar eletrônicos portáteis.

As experiências dos pesquisadores foram relatadas no periódico científico Nano Letters.

Daniela Moreira, de INFO Online



Energia elétrica será tema de congresso na Unesp

16 fevereiro 2009


Evento que ocorre em outubro já aceita resumos de trabalhos


A oitava edição do Congresso Latino-Americano de Geração e Transmissão de Energia Elétrica — que este ano ocorrerá em Ubatuba (SP), de 18 a 22 de outubro — abriu inscrições para as apresentações de trabalhos durante a realização do evento. O prazo final para envio de resumos é 15 de abril.

Durante o congresso serão tratadas as formas de intensificar as trocas de experiências sobre a metodologia de análise de operação e o planejamento e introdução de novas tecnologias que possam contribuir para a melhoria da geração e dos sistemas de transmissão de energia elétrica.

8º Congresso Latino-Americano de Geração e Transmissão de Eletricidade
De 18 a 22 de outubro de 2009

Centro de Convenções da Unitau

Av. Castro Alves, 392 – Itagua - Ubatuba/SP

Maiores informações: www.feg.unesp.br/clagtee



Chamada de Trabalhos


Estão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos no Encontro Nacional dos Estudantes de Engenharia Elétrica:





Protótipos de telefones com células solares


A LG e a Samsung revelaram protótipos de telefones celulares que têm suas baterias recarregadas por painéis solares integrados a seus cases.

Chamado de Blue Earth, o celular da Samsung tem tela sensível a toque com cantos arredondados em um case de plástico reciclado de garrafas PEts que não tem substâncias nocivas ao meio-ambiente.

As células solares no telefone ocupam a maior parte da parte de trás do case do telefone.

Já a LG não divulgou muitas informações sobre seu protótipo, mas imagens da companhia mostram o que parece ser uma versão do modelo
KF750 com células solares cobrindo sua parte traseira.

Em ambos, os painéis solares oferecem energia suficiente para que o telefone funcione normalmente e que o Sol carregue a bateria diretamente.

A LG afirmou que espera comercializar os telefones quando o modelo conseguir fornecer três minutos de conversa para cada 10 minutos carregando com luz solar.

Como dentro do bolso ou da bolsa os telefones não poderão ser carregados, usuários terão que garantir que os aparelhos fiquem sob alcance de luz solar constantemente em suas partes posteriores.


Digital Drops

Será verdade?

13 fevereiro 2009


Carro gera energia a partir de buracos na pista

Conferência brasileira sobre Qualidade da Energia Elétrica

11 fevereiro 2009


PRIMEIRA CHAMADA DE TRABALHOS


Autores são convidados a submeter trabalhos em um ou mais dos seguintes temas:

- Conceitos e definições;

- Normas, recomendações, indicadores e limites;

- Fontes de distúrbios, diagnóstico, soluções, técnicas de mitigação, modelagem, simulações e sistemas de monitoramento e de tratamento de dados;

- Aspectos contratuais e regulamentares do setor elétrico;

- Impactos econômicos das formas eficientes de utilização de energia elétrica;

- Difusão de novas fontes de energia renováveis , geração distribuída e aplicações de novas tecnologias     


Os artigos devem ser submetidos no formato PDF, não poderão exceder 6 (seis) páginas e serão apresentados oralmente ou na forma de pôster.


Mais informações

TV móvel tem potencial para alcançar 500 milhões de usuários até 2013

10 fevereiro 2009

ABI Research lista setores que deverão crescer na esteira da tecnologia, como provedores de conteúdo e de serviços.

A TV digital móvel deve crescer na esteira do processo de digitalização dos sistemas de broadcasting dos Estados Unidos e outros grandes países, com projeção de atingir 500 milhões de expectadores até 2013. A previsão é da consultoria ABI Research, que destaca o pioneirismo do Japão e da Coréia nas transmissões de TV móvel.

Samsung V820L


O relatório destaca que há uma diferença importante entre o conhecido streaming de vídeo sobre redes celulares e a experiência de assistir à transmissão da TV em broadcasting em um dispositivo móvel. E enfatiza que não se trata de uma solução apenas para celulares, uma vez que há uma série de outros dispositivos móveis capazes de fazer a recepção, a exemplo dos sistemas automotivos de entretenimento. Para i analista Jeff Orr, a maior oferta de conteúdo e serviços deverá trazer para o mercado uma gama maior de devices móveis, além das conhecidas soluções de entretenimento móvel.

A ABI Research lista uma série de segmentos que deverão se beneficiar com a expansão da TV móvel, a exemplo dos desenvolvedores de conteúdo e provedores de serviços, além dos fabricantes de dispositivos móveis, especialmente os mobile internet devices (MIDs) e celulares. A lista prossegue com as empresas da área de multimídia e softwares de segurança, semicondutores e fornecedores de infra-estrutura de redes.

Fonte

Desafios

05 fevereiro 2009



Use seu raciocínio e tente solucionar também os outros desafios

Fontes: 1 2 3


Sensor de imagem flexível pode revolucionar a fotografia

04 fevereiro 2009


Engenheiros criaram um novo material sensível à luz, totalmente flexível, que poderá revolucionar a fotografia e outras tecnologias de imageamento, eliminando a necessidade das enormes lentes telescópicas dos equipamentos profissionais e acabando com as imagens borradas e fora de foco dos equipamentos mais simples.

Distorção nas imagens
Quando uma câmera grava uma imagem, a luz passa através de uma lente e chega até um sensor fotossensível - o chamado CCD, nas câmeras digitais. Embora essa tecnologia venha produzindo resultados satisfatórios, há problemas físicos que devem ser contornados: a lente desvia a luz, curvando o plano focal.
Em uma câmera digital, por exemplo, o ponto onde o plano focal atinge o sensor está em foco, mas a imagem se torna cada vez mais distorcida, à medida que se afasta desse ponto focal preciso.
O problema aparece principalmente em fotos tiradas com telefones celulares, onde o sistema óptico é inferior ao das câmeras fotográficas profissionais, que corrigem o problema utilizando várias lentes para refratar a luz e aplanar o plano focal.
Sensor de luz curvo e flexível

Zhenqiang Ma e seus colegas da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, inspiraram-se no olho humano para criar um sensor curvo que elimina automaticamente a distorção, sem a necessidade dos caros, grandes e pesados conjuntos de lentes.
O "sensor" de luz do nosso olho, a retina, é curvo, eliminando a distorção. "Se você conseguir um plano de imagem curvo, você necessita de apenas uma lente," explica Ma. "É por isto que esta inovação é extremamente importante," diz ele. Tão importante que a descoberta virou capa da
edição de Janeiro da revista científica Applied Physics Letters.
Nanomembrana de germânio
Em vez do silício duro e quebradiço dos sensores tradicionais, os pesquisadores utilizaram membranas extremamente finas de germânio, um semicondutor já frequentemente utilizado na construção de sensores de imagem com as tecnologias tradicionais, e que não é bem mais flexível do que o silício.
Essas nanomembranas podem ser aplicadas a qualquer substrato de polímero, tal como um pedaço fino e flexível de plástico. Por enquanto os sensores somente podem ser curvados em uma direção, mas o professor Ma afirma que já está trabalhando em uma nova versão que permitirá a construção de um sensor de imagem totalmente hemisférico.


Criado primeiro LED do mundo com luz polarizada


Um estudante do Instituto Rensselaer, nos Estados Unidos, conseguiu fabricar o primeiro LED do mundo com luz polarizada - um tipo de luz que, ao invés de se espalhar em todas as direções, é altamente focalizada..Isso abre o caminho para a utilização dessas pequenas fontes de luz de alta eficiência nas telas LCD, utilizadas em TVs de alta definição, monitores de computadores, câmeras digitais e telefones celulares.
 
Diodos emissores de luz
Os LEDs - diodos emissores de luz - são pequenas lâmpadas de estado sólido de altíssima eficiência energética, capazes de gerar luz com pouquíssima dissipação de calor.
Hoje eles são largamente utilizados na indústria eletrônica, mas o aumento de sua potência e a melhoria da qualidade de sua luz os coloca como substitutos das lâmpadas fluorescentes compactas, que por sua vez já estão aposentando as antigas lâmpadas incandescentes.
 
Luz polarizada
O que o doutorando Martin Schubert descobriu foi como controlar a luz emitida pelos LEDs. Controlando a direção e a polarização da luz, é possível desperdiçar ainda menos energia, que nos componentes atuais se perde na forma de luz direcionada para pontos onde ela não é necessária.
Ao contrário de uma lâmpada comum, que deve distribuir fótons em todas as direções, para que os ambientes inteiros fiquem iluminados, as fontes de luz utilizadas para a fabricação das telas de cristal líquido precisam de luz apenas na direção exata onde o pixel será iluminado.
 
"Backlighting" em telas LCD
Isto torna a luz polarizada de um LED a escolha perfeita para a função de "backlighting" em qualquer tipo de tela LCD. A luz perfeitamente dirigida produzirá imagens com cores mais vívidas e fortes.
Schubert descobriu que os LEDs normalmente já produzem luz polarizada, mas que essa característica não era aproveitada até agora. De posse dessa informação inédita, ele construiu um aparato óptico que aperfeiçoa a polarização, gerando o primeiro LED a emitir luz totalmente polarizada.

Pesquisa: Jayne

Sony anuncia dispositivo de identificação por veias e artérias

A Sony anunciou um novo sistema de biometria, desta vez capaz de verificar o padrão de veias e artérias existentes no dedo de uma pessoa. Segundo o site Register Hardware, a novidade é composta de LEDs infravermelhos e um sensor CMOS, usado em câmeras digitais.

Para autenticar-se, o usuário deve repousar o dedo indicador sobre uma pequena superfície. Os LEDs infravermelhos então emitem luz contra o dedo, e o sensor CMOS analisa as artérias e veias iluminadas.

Um algoritmo então é utilizado para transformar em imagem o padrão dos vasos sangüíneos do usuário. O resultado, de alta precisão, pode substituir a impressão digital, já que cada padrão vascular também é único e imutável, e o processo completo demora menos de um segundo.

A tecnologia, batizada de Mofiria e mostrada no final de janeiro no Japão, deve começar a ser comercializada ainda em 2009, e é uma candidata a integrar dispositivos portáteis, como celulares.

Magnet

Quando o Sol é capaz de resfriar

03 fevereiro 2009

Cientistas criam geladeira que dispensa luz elétrica, não tem motor nem faz barulho



Protótipo da nova geladeira com capacidade de 80 litros, visto por trás (esq.), com
o coletor solar em primeiro plano, e pela frente (dir.). Fotos: F. Chaves e F. Vollu


Boa notícia para quem não dispõe de luz elétrica e não quer abrir mão de confortos como a geladeira: pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um protótipo que usa os raios solares como fonte de energia e é capaz de resfriar bebidas e alimentos a temperaturas de até - 8º C.

Para produzir frio a partir do calor, a geladeira adota um processo conhecido há bastante tempo: a absorção, que normalmente requer o uso de eletricidade. A grande novidade foi recorrer ao Sol como fonte de energia. O protótipo e o coletor de energia solar da nova geladeira foram desenvolvidos pelo engenheiro Fabiano Drumond Chaves, doutorando em engenharia mecânica, e pelo estudante de matemática Fernando Vollu.

A geladeira solar não tem motor, não faz barulho e praticamente dispensa manutenção. "O protótipo não possui peças móveis, o que dificulta a ocorrência de problemas", afirma Chaves. "O único cuidado necessário é com o coletor solar. Ele deve ser limpo a cada seis meses".

Segundo o pesquisador, o aparelho tem uma vida útil de 40 anos. A geladeira solar é capaz de funcionar durante os dias nublados graças a um reservatório que armazena fluido térmico em temperatura suficiente para dois dias de uso. Chaves e Vollu descobriram um fluido mais barato a partir de um óleo vegetal. "Os fluidos usados eram muito caros e o custo de produção ficava muito alto", explica Vollu. A partir do terceiro dia sem Sol, a geladeira recorre a um sistema a gás para aquecer o líquido.

Chaves conta que a idéia surgiu na época da crise de energia elétrica de 2001. "Como a geladeira fica ligada o dia inteiro, ela foi um dos grandes vilões da crise", lembra o engenheiro. O protótipo possui dois módulos com capacidade de 80 litros cada. 


Esquema de funcionamento da geladeira solar.


Entenda o funcionamento da geladeira solar: os raios de Sol se concentram em um coletor que pode ser instalado no telhado da casa (1). O formato côncavo provoca a convergência dos raios e faz com que eles aqueçam um fluido térmico até a temperatura de 250º C. Esse fluido é armazenado em um reservatório (2) e usado para aquecer e evaporar um líquido com ponto de ebulição menor que o da água (amônia, por exemplo), que se encontra misturado à água dentro do tubo (3).

O vapor gerado sobe e leva a água consigo; esta, por sua vez, é direcionada para a parte de fora do tubo e depois, pela gravidade, para a parte baixa da geladeira (4). Após passar por uma tubulação e descer, o vapor perde calor nas aletas (5), volta ao estado líquido e é direcionado para a câmara onde vai haver refrigeração (6).

Como a substância utilizada possui grande afinidade química com a água (que está na parte mais baixa do protótipo), esta faz com que ela se evapore e siga a seu encontro. Para vaporizar-se e manter-se em estado gasoso, o produto retira calor do ambiente (7), que se resfria por causa disso. Quando se encontra com a água (8), o produto se transforma em líquido, é novamente aquecido pelo fluido térmico e, assim, o ciclo recomeça (9).


Eliana Pegorim
Ciência Hoje On-line

Eletricidade sem fio: O futuro no presente


Em uma grande evolução tecnológica a eletricidade não necessitará de fios para acender nossas luzes. A novidade foi apresentada em uma feira de tecnologia em Las Vegas, nos EUA.

A tecnologia da eletricidade sem fio, criada por estadunidenses e israelenses, ainda é um grande segredo, pois eles ainda não revelam muitos detalhes. Eles explicam apenas que a eletricidade é transmitida através de indução magnética, algo próximo de um imã. Não há necessidade de fios ou contato e as placas de transmitem energia elétrica sem fio poderão ficar sobre a escrivaninha ou até embutida no balcão da cozinha.

O mais incrível é que além de luminárias é possível ver um liquidificador e uma batedeira de 300 watts funcionarem sem fios elétricos.

A empresa que está desenvolvendo a tecnologia afirma que o material transmissor no futuro será impresso em um tipo de papel de parede que poderá ser colocado nas mesas ou paredes para transmitir eletricidade sem fios.

Não vamos tomar choques constantes? Não, pois não é eletricidade que é transmitida, mas outro tipo de energia.

Outra empresa transmite eletricidade sem fio com ondas de rádio. As ondas de alta frequência abastecem pilhas e baterias recarregáveis, como o controle remoto.

Mas há outro inventor de eletricidade sem fio que criou um aparelho que transforma a energia em um tipo de raio infravermelho (calor) que pode ser transmitido até 100m de distância e convertido novamente em energia elétrica. Até o momento a voltagem e amperagem geradas conseguem apenas acender lâmpadas, mas logo quase todos os aparelhos em nossa casa funcionarão assim, segundo David.

Este tipo de tecnologia ainda está nas suas primeiras idades, mas logo haverá uma grande corrida para o estabelecimento de um padrão para a eletricidade sem fios que dominará o mercado e, assim que entrarmos em casa, nosso celular será automaticamente carregado e não precisaremos mais nos preocupar com o emaranhado de cabos pela casa.


    Saber mais

                                                       Fonte:http://hypescience.com

Jovem cria painéis solares com esmalte e acetona

02 fevereiro 2009


Uma jovem cientista australiana criou células fotovoltáicas - usadas para transformar energia solar em energia elétrica - a partir de produtos parecidos com esmalte e acetona, uma impressora e um forno de pizza, baixando o preço da tecnologia.

Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantêm a mesma qualidade.

Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula “quase sem querer”.

“Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele”, disse ela.

Processo 
No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.

Depois, o material é “assado” em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.

Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais. Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa.

No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.

Além disso, o wafer de silício usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros (μm), bem mais fino se comparado com o padrão de 250μm.

Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.

“Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol”.

Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.


Fonte:http://blog.solimararquitetura.com


Engenharia Elétrica

01 fevereiro 2009

A eletricidade está tão presente em nosso mundo que já não acreditamos na possibilidade de viver sem ela. Projetar, desenvolver e conservar sistemas elétricos e eletrônicos, de que tanto dependemos, constituem os objetivos da Engenharia Elétrica.

O Engenheiro Eletricista é o profissional que supervisiona, coordena e dá orientação técnica a estudos, projetos e especificações nos campos da eletrotécnica (potência e energia) e da eletrônica.

O Engenheiro Eletrônico lida com atividades em computação, microeletrônica, circuitos integrados, comunicações e telecomunicações, automação, medição e controle elétrico e eletrônico. Ele estuda as condições de funcionamento de instalações de rádio, televisão, radar, constrói e instala equipamentos na área de informática. O Engenheiro Eletrotécnico elabora e dirige projetos para a geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica; desenvolve e monta equipamentos como transformadores e motores elétricos; define técnicas e recursos necessários à construção, instalação, funcionamento, manutenção e reparo de aparelhos, equipamentos, usinas e instalações elétricas, desenvolvimento de equipamentos, materiais, máquinas e sistemas de medição, de acionamento e de controle elétricos. Raciocínio abstrato, capacidade de lidar com números, criatividade, meticulosidade, exatidão e boa coordenação motora são requisitos da profissão.

Campos de atuação: Empresas de fornecimento de Energia, Construtoras de Usinas e Redes, Indústrias de Material Elétrico e Eletrônico, Automobilística, Aeronáutica e Naval.

Retirado portal seja bixo!

Menor célula de combustível do mundo poderá estar em seus portatéis


A menor célula de combustível do mundo foi criada por engenheiros estadunidenses e é um minúsculo “quadradinho” de três milímetros de lado e 1mm de espessura e funciona à base de hidrogênio. O feito foi alcançado na Universidade de Illinois, nos EUA.

As futuras variações desse tipo de célula de energia podem substituir as baterias convencionais nos aparelhos portáteis. A nova tecnologia movida a hidrogênio pode produzir mais energia utilizando o mesmo espaço físico.

Essas células de combustível novas utilizam apenas quatro componentes – um pequeno reservatório de água e uma câmara contendo hidreto metálico separado por uma fina membrana com um ajuntamento de eletrodos que conduz eletricidade por baixo dela. Devido ao pequeno tamanho da célula, os cientistas puderam eliminar os sensores de pressão e os controles eletrônicos que apenas sugavam energia nas baterias convencionais.

A primeira versão da nova célula de combustível é capaz de produzir 0,7 volts e uma corrente de 0,1 miliamperes por 30 horas, mas as futuras versões podem gerar até 1 miliamper de corrente com a mesma voltagem.

Por possuir dimensões tão pequenas, o que faz a célula produzir energia não é a gravidade, mas sim a tensão superficial, que faz a água fluir pela membrana dentro da bateria. Isso permite que haja fluxo de água e conseqüente produção de energia mesmo que a célula seja virada de ponta cabeça ou para qualquer outro lado. Perfeito para se adaptar aos iPods e aparelhos de MP3 portáteis.


   Fonte: http://hypescience.com/

+ sobre células de combustível:

O que são?

Como funcionam?

Tipos de células

Vantagens e Desvantagens

Aplicações


 
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