Estudantes do IFPB recebem prêmio nacional na área de Engenharia Elétrica

29 setembro 2011

Estudantes do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) vão concorrer a um prêmio internacional concedido pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) - Institute of Electrical and Electronics Engineers. O Ramo Estudantil IEEE do IFPB conseguiu conquistar a maior premiação do país, que é o título de Ramo Exemplar do Conselho Brasil. O prêmio foi concedido na IX Reunião Nacional de Ramos Estudantis do IEEE (RNR) realizada entre os dias 08 e 11 de setembro, em Juiz de Fora. O trabalho desenvolvido pelos estudantes do Bacharelado em Engenharia Elétrica do Campus João Pessoa do IFPB concorreu com o de Ramos com 20 anos de tradição. Com esse resultado, eles se credenciam a disputar o título de Ramo Exemplar da América Latina do IEEE, que será sediado na Argentina, em 2012.

Esse foi o segundo ano consecutivo em que o Ramo Estudantil IEEE do IFPB se destacou na RNR. Em 2010, os alunos do IFPB conquistaram o prêmio de Ramo Revelação, que é concedido aos ramos do país que tenham menos de dois anos de fundação e que se destacam em sua atuação junto ao IEEE.

Dentre as atividades realizadas pelo grupo de alunos do Ensino Superior do IFPB que ganharam destaque, estão os grupos de Robótica Educacional Livre, Estudos da Língua Inglesa e o Programa Mulheres na Engenharia (WIE). No IFPB, o Ramo Estudantil tem uma diretoria executiva de sete alunos, sob orientação do conselheiro, que é o professor Joabson Nogueira, diretor do Campus João Pessoa, e do mentor Alfredo Gomes, coordenador do curso de Engenharia Elétrica, ambos os professores são associados ao IEEE.

A Reunião Nacional de Ramos Estudantis do IEEE (RNR) é um dos eventos estudantis mais importantes do país nas áreas de Engenharia Elétrica, Eletrônica, Computação e afins. O Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) é a maior sociedade técnica profissional no mundo e uma associação dedicada ao avanço na inovação e a excelência tecnológica em benefício da humanidade. Também é responsável por mais de um terço de toda publicação mundial nas áreas de Engenharia Elétrica, Eletrônica, Computação e afins, por exemplo, os mais de 900 padrões ativos, como os que normatizam a comunicação via Wireless (Wi-Fi).

O IEEE está presente em mais de 160 países e possui mais de 400 mil membros, dos quais, mais de 25% são estudantes. Atualmente, são 333 seções distribuídas em 10 regiões geográficas do mundo. É uma entidade sem fins lucrativos e colabora no incremento da prosperidade técnico-científica mundial. Sediada nos EUA, a organização tem sua origem no ano de 1884, tendo como membros fundadores nomes como Thomas Edson e Alexander Graham Bell.

Logo do Ramo Estudantil IEEE do IFPB“Este prêmio é o reconhecimento do trabalho sério e dedicado de todos os voluntários e membros que compõe o Ramo Estudantil IFPB. Também consideramos como o fruto da dedicação do professores Joabson Nogueira e Alfredo Gomes, que apesar de suas muitas responsabilidades e seu tempo resumido, sempre nos auxiliam e orientam”, ressaltou o vice-presidente do Ramo IEEE do IFPB, Tiago Medeiros.

Para Albanisa Felipo, membro e ex-secretária do ramo, o prêmio reconhece o trabalho e a dedicação de um grupo que foi criado há apenas dois anos, e também reflete as ações empreendidas pelo curso de Engenharia Elétrica. “Para todos nós que fazemos o ramo é uma imensa honra, além de ser uma alegria enorme para o IFPB e para o nosso curso. Junto com essa conquista vem também a responsabilidade, pois somos oficialmente o representante do Brasil que vai concorrer no próximo ano, na Argentina, ao título de Ramo Exemplar da América Latina do IEEE”, destacou Albanisa Felipo. Atualmente a estudante do curso de Engenharia Elétrica é a representante do Programa Mulheres na Engenharia – WIE (Women in Engineering), da seção Bahia do IEEE.

*Daniela Espínola e Ana Carolina Abiahy - Jornalistas do IFPB

Software ‘crackeado’ é um risco para meu computador?

13 setembro 2011


Engenharia Elétrica - 2011.1

Muitas vezes nos deparamos com essa duvida. E por incrível que pareça nunca paramos para pensar na resposta e ignoramos se o crack representa ou não um risco para nossa maquina.

Antes de responder a essa pergunta, saibamos o que é vírus. Os vírus são softwares maliciosos criados por terceiros que tem o objetivo de destruir arquivos, afetar o desempenho do sistema e roubar dados do usuário.

Sendo assim, podemos afirmar que a resposta é, SIM! Um crack representa um risco não só para o computador mas também para os dados pessoais do usuário. Por que?

Quando crackeamos um software estamos destruindo um arquivo original, e colocando no lugar dele um arquivo criado por terceiros, que vai modificar o desempenho do software e do SO que esta rodando-o. O crack se tornou uma armadilha perfeita, o usuário, de livre e espontânea vontade, injeta o crack dentro de uma pasta do sistema (geralmente Arquivos de Programas) e muitas vezes ignora o aviso do antivírus, se tornando uma presa fácil para hackers que pretendem roubar dados do usuário.

E quando crackeamos nosso sistema, estamos injetando o crack ainda mais fundo, em meio as “entranhas” dos arquivos indispensáveis ao bom funcionamento do computador. Pastas, que, as vezes nem sabemos que existem.

Quando falamos em software livre, temos acesso ao código do programa e sabemos as tarefas que ele vai desempenhar em nossa maquina, mas não se trata de software livre, um crack não é fornecido junto ao seu código, e assim, para nos livramos dessas ameaças (que prometem economia com software proprietário, mas que pode se tornar uma enorme dor de cabeça) é ter um antivírus de qualidade instalado em nossa maquina ou pagar por esse software, ou ainda, usar software livre.


Projeto de Pesquisa do IFPB é selecionado pela Eletrobrás

06 setembro 2011


PARABÉNS AOS ALUNOS E PROFESSORES DE ENGENHARIA ELÉTRICA PARTICIPANTES!!!

Professores e alunos do Grupo de Pesquisa de Eletrônica, Controle e Automação, GECA, do IFPB, Campus João Pessoa, foram selecionados no processo seletivo de projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Eletrobrás. A seleção procurava projetos inovadores destinados ao desenvolvimento tecnológico das empresas concessionárias de energia de estados do Norte e Nordeste. Foram selecionados 41 projetos e o resultado saiu no dia 26 de agosto.

O projeto será desenvolvido na Eletrobrás Distribuição Alagoas. “Desenvolvimento Experimental de Protótipo de Equipamento para Monitoramento Simultâneo e Distribuído de Parâmetros Elétricos em Redes Secundárias e Consumidores de Baixa Tensão Empregando Tecnologia de Comunicação Sem Fio”, é o título do projeto do GECA.

O objetivo é desenvolver o protótipo de um equipamento que faça o acompanhamento da qualidade da energia e também a redução de perdas de energia. Uma das inovações é a proposta para desenvolver uma tecnologia nacional que empregue comunicação de rede sem fio para envio de informações que são monitoradas.

Com duração de dois anos e financiamento total da Eletrobrás, o primeiro passo para implantação será uma reunião entre os gerentes de P&D da distribuidora de Alagoas e o coordenador do projeto, o professor Franklin Pamplona. A empresa irá custear as bolsas de pesquisas dos alunos e professores, além dos materiais e equipamentos. O IFPB entrará com a disponibilização dos horários dos docentes e alunos envolvidos no projeto e a cessão do espaço físico dos laboratórios.

“Desde o princípio acreditamos que o projeto seria aprovado, porque tivemos a iniciativa de procurar saber as áreas de interesse da empresa, então realizamos o projeto dentro da expectativa deles”, ressaltou o professor Franklin. Ele ainda destacou que os alunos ficaram muito satisfeitos com o resultado, pois já desenvolviam pesquisas na mesma área e a implantação do projeto será como uma continuação dos estudos.

Atualmente o grupo de pesquisa conta com a participação de cinco bolsistas, Everton de Freitas, Isaac Silva, José Bosco Júnior, Manoel da Costa Filho e Múcio Queiroz Filho do curso de Engenharia Elétrica. Os alunos são coordenados pelos professores Franklin Pamplona, Eduardo Vidal, Manoel Alves e Walmeran Trindade.

Para um dos bolsistas do projeto, Everton de Freitas, a implantação do projeto será uma oportunidade para colocar em prática o que os estudantes aprenderam durante o curso. “É gratificante saber que o nosso trabalho é reconhecido por uma companhia grande como a Eletrobrás Distribuição Alagoas”, afirmou Everton.

O Geca foi criado a cerca de um ano. Os professores Manoel Alves, coordenador do curso de Eletrotécnica e do GECA, e Franklin Pamplona acreditam que com a implantação do projeto o número de bolsistas aumentará. Além disso, será criado um laboratório de análise de qualidade de energia, o que poderá gerar novas pesquisas.


http://www.ifpb.edu.br/campi/joao-pessoa/noticias/projeto-de-pesquisa-do-ifpb-e-selecionado-pela-eletrobras

Fonte: Site do IFPB (

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